Criptoativos nas provas da ANBIMA: o que mudou?
A presença dos criptoativos nas certificações da ANBIMA cresceu de forma significativa. Se antes o tema aparecia apenas como menção, agora passou a ocupar um espaço mais técnico e detalhado nas provas da CPA-10, CPA-20, CEA e, especialmente, nas certificações de nível avançado como CFG, CGA e CGE.
A base agora é a criptoeconomia
As provas passaram a cobrar conceitos estruturais que envolvem não apenas o que é uma criptomoeda, mas também como ela funciona na prática. A lógica por trás da blockchain, dos contratos inteligentes e da tokenização entrou definitivamente no conteúdo programático.
Nesse novo cenário, quem estuda apenas definições básicas corre o risco de errar questões mais analíticas. Afinal, a ANBIMA agora testa se o candidato compreende as vantagens do uso de DeFi, o funcionamento da mineração e a diferença entre chave pública, chave privada e frase semente.
Criptoativos não são mais tendência, são realidade nas provas
É fundamental conhecer:
- Como funcionam as finanças descentralizadas (DeFi) e o papel da blockchain na eliminação de intermediários;
- A tokenização de ativos físicos e financeiros, inclusive com exemplos práticos como os security tokens e os NFTs;
- As stablecoins e como elas tentam mitigar a volatilidade das criptomoedas convencionais;
- As CBDCs (moedas digitais de bancos centrais), que estão ganhando relevância nos sistemas monetários;
- O uso dos smart contracts, principalmente nas finanças, como forma de automatizar operações com segurança e transparência;
- Os mecanismos de acesso aos criptoativos, seja via mineração, exchanges, fundos, ETFs ou operações P2P;
- O funcionamento das carteiras digitais (hot wallet e cold wallet), e a importância da segurança das chaves criptográficas.
Por que isso é relevante para quem vai fazer a prova?
Porque a ANBIMA passou a exigir mais do que o conhecimento superficial. Além disso, muitos dos conceitos fazem parte do contexto moderno dos investimentos, especialmente entre os jovens investidores e profissionais que atuam com inovação financeira.
Durante a preparação, é essencial focar em aspectos como segurança, intermediação, política monetária e transparência – todos comparando os sistemas tradicionais com a lógica da criptoeconomia. Inclusive, a tabela comparativa entre economia tradicional e criptoeconomia agora ajuda a entender o que pode cair em provas discursivas e de múltipla escolha.
Como se preparar da forma certa?
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