Tesouro Reserva: o novo título público que pode acabar com a poupança

O Tesouro Reserva tem liquidez total, sem marcação a mercado e rende 100% da Selic. Capriata Cursos analisa cada detalhe com foco em provas.
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Foto: Capriata Cursos / Direitos Reservados

O governo federal acaba de lançar um título público com características que nunca existiram juntas num único produto do Tesouro Direto: liquidez 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem marcação a mercado, com rendimento de 100% da Selic e investimento mínimo de R$ 1,00. O nome é Tesouro Reserva, e ele chegou para mudar a lógica de onde guardar a reserva de emergência no Brasil.

Antes de entrar nos detalhes, preciso dizer algo que digo para todos os meus alunos: esse é exatamente o tipo de novidade que banca examinadora adora cobrar. Título público novo, com características específicas e que mexe com produtos consolidados como o Tesouro Selic e a poupança.

Vamos destrinchar o assunto trazendo as 7 características principais do novo Tesouro Reserva.

Por Willian Capriata, Fundador e Professor da Capriata Cursos, especialista em certificações ANBIMA e concursos bancários

O que é o Tesouro Reserva?

O Tesouro Reserva é um título público federal emitido pelo Tesouro Nacional dentro do programa Tesouro Direto. Sua função declarada é servir como instrumento de reserva de emergência para pessoas físicas.

A reserva de emergência é aquela parcela do patrimônio que precisa estar sempre acessível, independentemente do dia ou horário. Se surgir uma despesa inesperada numa sexta à noite, o dinheiro precisa estar disponível. Essa exigência de liquidez imediata sempre limitou as opções do investidor comum: ou ficava na poupança (com baixo rendimento) ou no Tesouro Selic (com pequena exposição à marcação a mercado) ou em fundos DI (com come-cotas semestral).

O Tesouro Reserva veio para preencher essa lacuna com uma proposta que: segurança de título soberano, liquidez 24/7 e rentabilidade superior à poupança.

Contexto e origem:

O Tesouro Direto existe desde 2002 como uma iniciativa do Tesouro Nacional em parceria com a B3 para democratizar o acesso aos títulos públicos federais para o investidor de varejo. Ao longo dos anos, o portfólio foi crescendo: Tesouro Selic (LFT), Tesouro Prefixado (LTN e NTN-F), Tesouro IPCA+ (NTN-B), Tesouro Educa+ e Tesouro Renda+.

Cada título veio resolver uma necessidade específica. O Tesouro Educa+ foi criado para financiar a educação dos filhos. Já o Tesouro Renda+ existe para complementar a aposentadoria. Por fim, o Tesouro Reserva veio para disputar diretamente o dinheiro que hoje dorme na poupança.

O contexto econômico importa aqui: com a Selic em 14,5% ao ano, a diferença de rentabilidade entre a poupança (que rende apenas 6,17% ao ano em juros compostos quando a Selic está acima de 8,5%) e um título indexado à Selic é considerável. O governo identificou que milhões de brasileiros mantêm trilhões de reais na poupança por hábito, comodidade ou desconfiança de outros produtos. Criar um título com liquidez total e sem a complexidade de oscilação de preços foi a resposta para atrair esse público.

Como funciona: o mecanismo por trás do Tesouro Reserva

Esse é o pilar mais importante para quem está estudando para provas de certificações CPA, C-Pro R, C-Pro I ou Concursos como Banco do Brasil, BNB e Caixa.

Liquidez 24×7

O Tesouro Reserva pode ser comprado e resgatado a qualquer momento: sábado, domingo, feriado, madrugada. Isso é inédito no Tesouro Direto. Os demais títulos operam dentro do horário de mercado.

Sem marcação a mercado

Esse ponto merece atenção especial porque é tecnicamente o mais relevante para as provas de certificações e concursos.

Marcar a mercado significa atualizar o preço de um ativo trazendo seu fluxo futuro de pagamentos para o valor presente. Na prática, quando a taxa de juros sobe no mercado, o preço dos títulos de renda fixa cai. Por quê? Porque novos títulos são emitidos com taxas maiores, tornando os títulos antigos menos atrativos.

Usando matemática simples: se você tem um título que paga 15% ao ano e a taxa de mercado sobe para 18%, o preço desse título no mercado secundário cai para refletir a nova realidade. Um título com valor de face de R$ 1.000 e taxa de 15% a.a. vale hoje: 1.000 / 1,15 = R$ 869,57. Se a taxa sobe para 18%, o preço cai para: 1.000 / 1,18 = R$ 847,46.

O Tesouro Selic tem esse efeito em escala muito pequena porque pode ser negociado com ágio ou deságio sobre a Selic. É uma oscilação mínima, mas existe.

Diferentemente do Tesouro Selic, o Tesouro Reserva não tem esse efeito. Quem compra o título hoje começa a acumular juros dia a dia sobre o valor investido, e o saldo nunca cai. Isso torna o produto matematicamente previsível e psicologicamente confortável para quem não quer ver o extrato oscilando.

Rendimento de 100% da Selic

O título paga exatamente a Selic, sem nenhum adicional nem desconto. Trata-se de um título pós-fixado indexado à taxa básica de juros. Quando a Selic cair, o rendimento cai junto; quando subir, o rendimento aumenta na mesma proporção.

Tributação padrão de renda fixa

Aqui não há nenhuma inovação. A tributação segue a tabela regressiva de imposto de renda para renda fixa:

  • Até 180 dias: 22,5%
  • De 181 a 360 dias: 20%
  • De 361 a 720 dias: 17,5%
  • Acima de 720 dias: 15%

Além do IR, incide IOF caso o resgate aconteça em menos de 30 dias. A tabela de IOF começa em 96% do rendimento no primeiro dia e vai reduzindo progressivamente até zerar no 30º dia. Importante: o IOF incide primeiro sobre o rendimento, e somente depois incide o IR sobre o valor restante.

Investimento mínimo e valores

O investimento mínimo é de R$ 1. Cada unidade do título está custando cerca de R$ 10 no lançamento, com vencimento em 2036. O vencimento longo não impede o resgate antecipado a qualquer momento.

Acesso

No lançamento, o Tesouro Reserva está disponível exclusivamente pelo Banco do Brasil e por algumas corretoras parceiras. A expectativa é de que outras instituições sejam incluídas em breve. Para simular os rendimentos, basta acessar diretamente o site do Tesouro Direto (tesourodireto.com.br).

Por que importa: o impacto prático para investidores e candidatos

Para o investidor comum

A comparação com a poupança deixa clara a diferença de rentabilidade. Com a Selic em 14,5% ao ano, o Tesouro Reserva rende 14,5% bruto, enquanto a poupança rende 0,5% ao mês em juros compostos, o equivalente a 6,17% ao ano.

Mesmo com o imposto de renda na alíquota máxima (22,5%, para resgates em até 180 dias), o resultado ainda é favorável. Sobre R$ 1.000 aplicados, o rendimento bruto anual seria de R$ 145. Após o desconto do IR, o rendimento líquido seria de R$ 112,38. A poupança, no mesmo período, renderia apenas R$ 61,70, sem nenhuma cobrança de imposto.

O rendimento líquido do Tesouro Reserva ainda é praticamente o dobro da poupança, mesmo na pior alíquota de IR.

Além disso, enquanto a poupança só rende na data de aniversário (e sobre o menor saldo do período, se houver qualquer saque), o Tesouro Reserva credita os juros diariamente desde o primeiro dia útil de aplicação.

Para candidatos a concursos bancários e certificações

O Tesouro Reserva é um tema com alta probabilidade de aparecer em provas pelos seguintes motivos:

Primeiro, é uma novidade recente. Bancas examinadoras acompanham atualizações do mercado financeiro e tendem a incluí-las rapidamente nos editais.

Segundo, o título envolve vários conceitos cobráveis de forma isolada: liquidez, marcação a mercado, tabela regressiva de IR, IOF, Tesouro Direto, poupança. Numa única questão, o examinador pode testar múltiplos conhecimentos.

Terceiro, a comparação entre Tesouro Reserva, Tesouro Selic e poupança é um tema rico para questões de análise, não apenas de memorização.

Quem está se preparando para as provas do Banco do Brasil, para o BNB ou para qualquer certificação ANBIMA (como CPA, C-Pro R ou C-Pro I) deve dominar esses conceitos agora.

Limitações e críticas: o que o entusiasmo inicial esconde

Nenhum produto é perfeito, e a análise honesta exige olhar também para as limitações.

Tributação vs. poupança

A poupança é isenta de imposto de renda para pessoa física. Esse fato, por si só, não justifica preferir a poupança ao Tesouro Reserva nas condições atuais de juros, como os cálculos mostram. Mas o argumento da isenção é poderoso psicologicamente e precisa ser rebatido com clareza.

Acesso restrito no lançamento

No momento, o Tesouro Reserva está disponível apenas pelo Banco do Brasil e parceiros limitados. Isso reduz a concorrência e pode dificultar o acesso de quem não tem conta nessas instituições.

IOF nos primeiros 30 dias

Quem precisar resgatar antes de completar 30 dias da aplicação pagará IOF sobre os rendimentos, o que pode eliminar boa parte do ganho num resgate muito precoce. Para reserva de emergência, isso é um ponto de atenção: se a emergência surgir no décimo dia, o custo tributário será elevado.

Nenhum diferencial frente ao Tesouro Selic com deságio

O Tesouro Selic negociado com deságio pode pagar Selic mais uma taxa adicional, o que o tornaria potencialmente mais rentável que o Tesouro Reserva (que paga exatamente a Selic, sem adicional). Para quem tolera a pequena oscilação do Tesouro Selic e já opera no horário normal de mercado, o Tesouro Selic com deságio pode ser ligeiramente superior em rentabilidade.

Relações e comparações: Tesouro Reserva frente a outros produtos

Tesouro Selic (LFT)

O Tesouro Selic é o produto mais próximo do Tesouro Reserva dentro do Tesouro Direto. As diferenças entre eles são objetivas:

Enquanto o Tesouro Selic pode ser negociado com deságio (rendendo Selic acrescida de uma taxa), ao par (rendendo exatamente a Selic) ou com ágio (rendendo Selic descontada de uma taxa), o Tesouro Reserva paga sempre 100% da Selic, sem variações. Além disso, o Tesouro Selic opera em horário de mercado, ao passo que o Tesouro Reserva opera 24×7. Em relação à oscilação de preços, o Tesouro Selic tem marcação a mercado mínima, ainda que pequena; o Tesouro Reserva, por sua vez, não tem nenhuma.

Poupança

A poupança rende 0,5% ao mês (o equivalente a 6,17% ao ano em juros compostos) quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, é isenta de IR para pessoa física e tem liquidez apenas nos dias úteis. O Tesouro Reserva rende 100% da Selic (14,5% ao ano nas condições atuais), é tributado pelo IR e pelo IOF conforme as tabelas regressivas, mas oferece liquidez 24×7 e credita juros desde o primeiro dia útil de aplicação.

Fundo DI

Os fundos referenciados DI buscam acompanhar o CDI (muito próximo da Selic) e têm liquidez diária. A desvantagem é o come-cotas: antecipação semestral do IR (em maio e novembro) diretamente sobre os rendimentos acumulados. Essa antecipação reduz o saldo de cotas do investidor e, consequentemente, o rendimento composto ao longo do tempo. O Tesouro Reserva não tem come-cotas: o IR só é recolhido no momento do resgate.

CDB com liquidez diária

Os CDBs com liquidez diária de bancos grandes geralmente pagam entre 90% e 100% do CDI, têm cobertura do FGC (até R$ 250.000 por CPF por instituição) e seguem a mesma tabela de IR. O Tesouro Reserva paga 100% da Selic, não tem FGC (mas é um título soberano, considerado livre de risco de crédito), e agora oferece liquidez superior com o 24×7.

RDB (como a caixinha do Nubank)

O RDB (Recibo de Depósito Bancário) não permite resgate antecipado, o que elimina o efeito da marcação a mercado por impossibilidade de negociação, não por design do produto. O Tesouro Reserva tem a ausência de marcação a mercado como característica intrínseca, com liquidez total.

Para aprofundar o estudo dos títulos públicos e sua tributação, recomendo nosso artigo sobre CDI e Selic e sobre investimentos isentos de IR.

Estado atual: onde esse título está indo

O Tesouro Reserva foi lançado em maio de 2026 e já está operacional. Além disso, o governo sinalizou que a ampliação do acesso a outras corretoras e bancos é uma meta no curto prazo. Isso deve, portanto, intensificar a concorrência e potencialmente pressionar outros produtos de liquidez diária a melhorar suas condições.

Esse impacto sobre a poupança, no entanto, provavelmente será gradual. O hábito e o apelo emocional da poupança são fortes, especialmente entre investidores mais conservadores ou com menos familiaridade com o mercado financeiro. Para quem tem acesso à informação e ao Tesouro Direto, porém, a troca faz sentido claro nos patamares de Selic que vivemos.

Nesse sentido, a tendência do Tesouro Nacional é continuar expandindo o portfólio do Tesouro Direto com produtos cada vez mais segmentados por objetivo de investimento: reserva de emergência (Tesouro Reserva), aposentadoria (Tesouro Renda+) e educação (Tesouro Educa+). Esse movimento reflete, assim, uma postura de concorrência direta com a indústria privada de investimentos.

Para quem vai fazer provas, vale redobrar a atenção às atualizações de edital. Novos produtos do Tesouro Direto historicamente aparecem nas provas da ANBIMA e nos concursos bancários com rapidez após o lançamento. Por isso, o Tesouro Reserva já está no radar e precisa estar no seu plano de estudos.

do Tesouro Direto historicamente aparecem nas provas da ANBIMA e nos concursos bancários com rapidez após o lançamento. O Tesouro Reserva já está no radar.

Na visão da Capriata Cursos

Na Capriata Cursos, analisamos o Tesouro Reserva com dois olhares distintos: o do educador financeiro e o do preparador para provas.

Como educador financeiro, o produto representa um avanço genuíno. Ele combina, de forma inédita, características que qualquer recomendação técnica de reserva de emergência já exigia: liquidez imediata, segurança, rentabilidade real acima da inflação. Tirar dinheiro parado na poupança e colocá-lo num produto que rende mais do que o dobro (mesmo após imposto) é, portanto, uma decisão que muda o patrimônio acumulado ao longo dos anos.

Já sob o olhar de preparador para provas, o Tesouro Reserva é obrigatório na lista de estudos de qualquer candidato a concurso bancário ou certificação ANBIMA. Isso porque os conceitos que ele mobiliza (marcação a mercado, liquidez, tributação regressiva, IOF, diferença entre títulos públicos) são cobráveis de forma isolada e combinada.

Nosso conselho: estude o produto com profundidade, não apenas as características superficiais. Compreenda por que ele não tem marcação a mercado e o que isso significa mecanicamente. Além disso, saiba por que a poupança é inferior, mas conheça também as limitações do próprio Tesouro Reserva. No fim das contas, bancas que elaboram provas bem feitas testam exatamente esse nível de compreensão.

Se você quer estudar títulos públicos, tributação de renda fixa e todos os produtos do mercado financeiro de forma estruturada e com foco em aprovação, conheça nossos preparatórios para certificações ANBIMA e concursos bancários.

FAQ: Perguntas frequentes sobre o Tesouro Reserva

1. O Tesouro Reserva é seguro?

Sim. Por ser um título público federal, é considerado livre de risco de crédito. Na hierarquia de risco, títulos soberanos estão acima de qualquer instituição financeira privada. Não há cobertura do FGC (que protege depósitos em bancos), mas o risco de calote do governo federal é estruturalmente menor do que o risco de falência de um banco específico.

2. Qual é o investimento mínimo do Tesouro Reserva?

R$ 1,00. Cada unidade do título custava aproximadamente R$ 10 no lançamento. É possível comprar frações de uma unidade, desde que o valor seja pelo menos R$ 1.

3. O Tesouro Reserva paga mais do que a poupança mesmo com imposto?

Sim, nas condições atuais de Selic. Com a taxa básica em 14,5% ao ano e a poupança rendendo 6,17% ao ano, o Tesouro Reserva entrega rendimento líquido (após IR na alíquota máxima de 22,5%) próximo a 11,24% ao ano, quase o dobro da poupança, que é isenta de IR.

4. O que significa “sem marcação a mercado”?

Significa que o preço do título no extrato não vai cair se as taxas de juros de mercado subirem. O saldo cresce de forma linear, incorporando os juros diariamente. Outros títulos públicos, como o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA+, sofrem oscilações de preço quando as taxas de mercado mudam, o que pode gerar prejuízo num resgate antecipado.

5. Qual é a diferença entre Tesouro Reserva e Tesouro Selic?

As principais diferenças são: (a) o Tesouro Selic pode ser negociado com ágio ou deságio, enquanto o Tesouro Reserva paga sempre exatamente 100% da Selic; (b) o Tesouro Reserva tem liquidez 24×7, enquanto o Tesouro Selic opera em horário de mercado; (c) o Tesouro Selic tem marcação a mercado mínima, enquanto o Tesouro Reserva não tem nenhuma.

6. Tem IOF no Tesouro Reserva?

Sim. O IOF incide sobre os rendimentos nos primeiros 30 dias de aplicação. No primeiro dia, a alíquota é de 96% sobre o rendimento; no segundo, 93%; e assim por diante, chegando a zero no 30º dia. Após 30 dias de aplicação, não há mais cobrança de IOF.

7. O Tesouro Reserva pode cair em prova de concurso bancário ou certificação ANBIMA?

É um tema com alta probabilidade de cobrança. Por ser uma novidade do Tesouro Nacional que envolve conceitos centrais do mercado financeiro (liquidez, marcação a mercado, tributação de renda fixa, títulos públicos), é exatamente o tipo de tema que bancas examinadoras de concursos bancários e de certificações ANBIMA incluem em suas provas.

8. Como comprar o Tesouro Reserva?

No lançamento, exclusivamente pelo Banco do Brasil e algumas corretoras parceiras. O site do Tesouro Direto (tesourodireto.com.br) permite simular os rendimentos e direciona para a plataforma do parceiro para a efetivação da compra. A expectativa do governo é ampliar o acesso a outras instituições.

9. O Tesouro Reserva substitui completamente a poupança?

Do ponto de vista financeiro, para quem tem acesso ao produto e entende a tributação, o Tesouro Reserva oferece rentabilidade muito superior. A poupança ainda tem o apelo da isenção de IR e da familiaridade cultural. Para fins de prova, o candidato deve conhecer ambos os produtos e saber comparar suas características objetivamente.

10. O que acontece com o meu dinheiro se o Banco do Brasil tiver algum problema?

O Tesouro Reserva é um título público federal. Mesmo que a instituição intermediária tenha problemas, o título continua sendo do Tesouro Nacional. O investidor é o proprietário do título registrado no sistema, não um credor do banco.

Artigo publicado em maio de 2026. As taxas e condições citadas refletem o cenário do lançamento do título em maio de 2026.

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